60% dos Portugueses optaria por um seguro privado de saúde em alternativa ao SNS
- 17% dos inquiridos com seguro de saúde admite que recorre como 1º opção, de urgência ou consulta, ao serviço público, comparativamente aos 57% que afirma recorrer em primeiro lugar ao serviço privado de saúde.
- 71% das pessoas auscultadas considera que demora mais tempo a conseguir marcar consulta no serviço público do que no sector privado.
- 35% das pessoas afirma ter esperado duas horas ou mais até ser atendido no Serviço Público.
- 30% dos Portugueses declara que vai reduzir as despesas de saúde, 45% indica que irá menos a consultas de rotina, 40% declara que comprará menos medicamentos.
De acordo com um estudo realizado pela Millward Brown Portugal em parceria com a Hill+Knowlton Strategies Portugal, cerca de 60% dos Portugueses optaria por destinar parte do seu salário para um seguro privado de saúde em detrimento do Serviço Nacional de Saúde.
Nos inquiridos que possuem seguro de saúde, 17% declara que numa situação de urgência ou de consulta programada a primeira opção é recorrer ao serviço público e 57% afirma que recorre em primeiro lugar ao serviço privado de saúde.
Na comparação do tempo de espera entre prestadores de Serviços de Saúde, 35% das pessoas afirma ter esperado duas horas ou mais até ser atendido no Serviço Público, em média, comparativamente ao 1% que refere ter demorado igual tempo de espera no Serviço privado.
Na análise geral ao tempo de espera de marcação de consulta, 71% das pessoas auscultadas considera que demora mais tempo a conseguir marcar consulta no serviço público e apenas 2% indica que demora mais a fazê-lo no sector privado de saúde.
Quanto aos cortes nas despesas de saúde, 30% dos Portugueses declara que vai reduzir as despesas de saúde. Na análise às áreas em que os portugueses vão cortar, 45% indica que irá menos a consultas de rotina, 40% declara que comprará menos medicamentos e 62% tenciona optar por genéricos em vez dos medicamentos de marca.
Em relação à notícia da redução do preço de venda ao público dos medicamentos, 62% admite direccionar esta poupança em medicamentos para gastos com bens essenciais (ex. Supermercado).
Face às novas medidas no SNS, relativas ao aumento de preços praticados em Centros de Saúde e Hospitais, 80% dos inquiridos discorda das alterações.
Este estudo foi realizado na segunda semana de Janeiro através de entrevistas pessoais a 100 indivíduos com idades entre os 35 e os 75 anos, ambos os sexos, de todas as classes sociais, residentes em Lisboa e responsáveis pelas compras do lar.
Flash News
Este é o segundo estudo que se insere na Flash News, uma iniciativa mensal promovida pela Millward Brown e pela Hill+Knowlton Strategies Portugal, a qual pretende recolher informação junto da população sobre temas prementes e divulgar as diferentes conclusões que irão influenciar o mercado Português em 2012.
O primeiro estudo, sobre a redução dos orçamentos de Natal, foi apresentado em Dezembro.